quinta-feira, 30 de maio de 2019

Nevado Pastoruri


Dia 10/05/2019 – Nevado Pastoruri

Depois de descansar bastante, tomamos nosso café da manhã que não é no hostel e sim num estabelecimento perto. O hostel nos deu duas plaquinhas e fomos para lá fazer o “dasayuno”. O café eles dão um concentrado de café e água quente. Ai você mistura tudo. O pão é o típico deles, mas pelo menos tinhas ovos.
De barrigão cheio, fomos para a Van. Dessa vez são duas horas até o início do passeio. No meio do caminho paramos para tomar um chá de coca. Resolvi experimentar. Era incluso no passeio. Comprei um saquinho com várias folhas de coca por 1 sol. Durou até o fim da viagem e ainda sobrou pois trouxe de volta para o Brasil.


Voltamos para a van e pegamos a estrada até que passamos pela laguna Patachocha e poucos segundos depois a entrada do parque Huascaran em si. Custo de 30 soles a entrada neste setor do parque. O caminho que fizemos pode ser visto clicando aqui.


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entrada do parque




Já dentro do parque, a primeira parada é na fonte gaseificada.






Achei que fosse quente. Perguntei em inglês a um rapaz que estava ali perto e ele falou que não. Aí sim tive coragem de tocar na água.
De volta a van a próxima parada era na Laguna 7 cores.





Andamos de volta até chegar no carro/van. Várias plantas que só dão acima de 3000 m de altitude. Algumas delas parecem estar queimadas, mas é pela autocombustão. Doidera. Na laguna em si, dependendo da hora e incidência de raios solares, é possível ver diversas tonalidades de verdes e cores diferentes. Não vi porra nenhuma muita coisa.
De volta para a estrada finalmente chegamos no estacionamento e ali começava a nossa caminha para valer. Chegou a hora!

hora de começar a caminhar





Como já se começa a caminhar acima dos 4000 m de altitude, o maior desafio é a falta de ar. O soroche, mal de altitude. Tinha tomado chá de coca, masquei as folhas de coca, ainda tinha tomado um remédio antes de começar o passeio e mesmo assim, no final do passeio, voltando da trilha ainda senti uma leve dor de cabeça. Minha namorada Lais, que não tomou chá, nem mascou as folhas de coca e nem tomou remédio, não sentiu absolutamente nada. A menina é sinistra.
A caminhada começa acima dos 4000 e chega em 5000. Para isso existe a opção de ir de cavalo para quem quiser. Lais e eu fomos a pé.



Um pouco cansados chegamos no nevado. Fui até o mirante ali em cima correndo e quase morri de dor de cabeça depois, hahaha. Exagerando mas deu uma dor de cabeça leve.



Depois de conhecer bem o lugar, aproveitar/agradecer por aquele momento, comer alguma coisa, tirar fotos... começamos a nossa volta para a van. Nisto começou a nevar/chover granizo. Foi bem legal. Experiência completa. Quando estávamos bem perto da van, a chuva/neve apertou. Chegamos na hora certa e deu para curtir tudo. Quando estávamos voltando vimos algumas pessoas começando a caminhada. Deu uma certa pena porque ia pegar um tempo um pouco fechado e chovendo/nevando, sei lá.


De volta a cidade de Huaraz, descansamos um pouco, tomamos banho e fui pegar as roupas no varal lá em cima no terraço (que tem uma vista linda da cidade), que eu tinha lavado no dia anterior. Ao chegar la em cima não achei as roupas. Estava preocupado porque, como choveu, as roupas estariam todas molhadas. Nesse momento um brasileiro falou comigo. Falou que as voluntárias do hostel tirar a roupa do varal e dobraram para gente. Nossa... fiquei sem palavras pelo cuidado que o hostel tem. O hostel já tinha me conquistado pela ótima localização e por ter um bebedouro. Agora então! Voltou para o quarto e falei sobre as roupas parar a Lais e ela adorou. Falei também que tinha um brasileiro no hostel.
Depois um  tempo, fomos para a rua. Fomos num restaurante “encontro” e ali comemos lasanha e uma jarra de suco de laranja. Lugar bem bonitinho e romântico. Tocou uma música Brasileira. Leoni se não me engano.
Depois da janta fomos rapidinho na Cruz del Sur comprar a passagem para a noite do dia seguinte para voltar para lima e de lá ir para Ica.
Passagens compradas, fomos no mercado comprar suprimentos para o passeio do dia seguinte. Compramos tangerina (que era muito boa e não tinha caroço) e uma barra de cereal energética. Iríamos precisar já que o passeio do dia seguinte era a famosa e cansativa Laguna 69.


Laguna Parón

Dia 09/05/2019 – Laguna Parón

Depois de uma noite não muito bem dormida dentro do ônibus da cruz de sur, depois de aproximadamente oito horas, finalmente chegamos a cidade de Huaraz. A cidade me impressionou bastante. Não dava muita coisa pela cidade, mas ela é bem agidata de muito bonita. Tem todo um charme e foi um dos melhores lugares que fui durante a viagem. Tem boa comida, pessoas legais, vida noturna, rodeado de montanhas e neve... um charme de cidade.
Assim que chegamos em Huaraz, o nosso hostel foi o Aldos House. É muito próximo ao terminal da Cruz del Sur. Fomos andando até com um monte de Peruano oferecendo serviços de passeio. Brinquei com Lais dizendo que tinha fez fazer uma camisa com “No, gracias” no peito e usar essa camisa durante toda a viagem.
Chegamos no hostel, já um pouco cansados e já desfizemos a mala, tomamos um café da manhã muito rápido e já partimos para o passeio para a Laguna Parón.

café da manhã

O caminho até a Laguna são aproximadamente três horas até lá. No meio do caminho eles fazem uma parada na cidade Carhuaz para ir no banheiro e comer alguma coisa.



pracinha de lá

Enquanto estava na parada de Carhuaz, demos uma voltinha ali na praça da cidade. Bonitinha. Mais uma vez entramos de volta na van e seguimos nosso caminho, passando por Yungay e Caraz, mas sem parar neles. Chegando na entrada do parque, pagamos o ingresso com o custo de 5 soles e ida ao banheiro para quem quisesse.




Entrando no parque, mais alguns minutos de van e finalmente chegamos na laguna. O caminho que fiz pode ser visto clicando aqui.

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De cara já fomos subir a montanha que tem ao lado para chegar no mirante. Bem cansativa. Seu corpo está se adaptando a montanha, se adaptando a altitude e ainda tem o cansaço da viagem, mais as 8h horas mal dormidas da noite anterior. Resultado, eu e Lais sentimos um pouco a subida. Deu para cansar. Depois de sofrer um pouquinho chegamos no mirante.

Início da subida



Numa dessa de tirar foto do mirante, meu celular estava no casaco da Lais e ela foi para o mirante para eu tirar uma foto dela. Só que o bolso estava aberto e o celular caiu montanha abaixo. Ela ficou bem chateada, mas isso acontece. É acidente. Eu, como maluco que sou e não recomendo a ninguém fazer isso, resolvi descer a montanha um pouco naquelas pedras grandes e super escorregadias, para tentar resgatar o celular. Com MUITO CUIDADO fui e consegui pegar ele de volta. Com alguns arranhões na tela, mas eu estava inteiro e isso que importava. Me arrisquei muito, mas graças a Deus deu tudo certo.
A guia ao ver aquilo viu como era perigoso, e eu sabia disso. Celular resgatado, descemos até a laguna.





Como perdemos um tempinho na hora de resgatar o celular, acabou que não fiz uma caminhada que dá para fazer ao lado esquerdo da lagoa, mas tudo bem. Deu para conhecer bastante e ter uma ótima vista de lá.
Voltamos para a Van e mais 3h de van. Paramos mais uma vez em Carhuaz para quem quis almoçar.
Chegando no hostel, descansamos um pouco, depois andamos pela cidade, fomos no mercado e depois numa feira de artesanato. Comprei uma pulseira para lembrar da viagem até Huaraz. Nesta feira tentei chorar preços mais em conta mas não consegui de jeito nenhum. Em Lima o povo estava mais disposto a negociar. Huaraz não teve jeito.
Vale a pena andar pela cidade. Bem bonita, me senti seguro, cotação de câmbio não é tão ruim quanto pensei, tem uma vida noturna legal. Vários viajantes. Me conquistou. Enquanto estive pela cidade, parecia que estava tendo uma festa. Uma banda marcial tocava pela cidade e as pessoas iam acompanhando. Quase um carnaval. Foi legal. Agitado.
Depois de curtir a cidade era hora de descansar já o que a programação para o dia seguinte era ir no Nevado Pastoruri.




quarta-feira, 29 de maio de 2019

Passeio em Lima


Dia 08/05/2019 – Passeio pela capital Lima

Acordamos e fomos direto para a rua para trocar dinheiro e passar num mercado que tinha ali próximo para comprar algo para fazer o café da manhã. Lais trocou uns 2 mil reais. Fomos no mercado e compramos poucas coisas, até porque só iriamos ficar em Lima esse dia. A noite, iriamos para Huaraz. Pegamos um uber até a rodoviária cruz de sul para já garantir a passagem para Huaraz. Compramos a passagem e então começamos a passear. Mais uma vez, um taxi, mas agora até a praça das armas.
Ao chegarmos na Plaza de Armas, a mesma se encontrava fechada. Seria um dia de azar? A polícia tinha colocado grades ao redor e bloqueando a passagem de algumas pessoas. Queriam evitar protestos. Demos a volta e tentamos entrar por outra rua e, conversando com o guarda, ele liberou nossa entrada. Ele viu que a gente era só turista, então deixou entrar.










O legal foi que tivemos a praça praticamente só para gente. Não deu para ir no centro da praça, mas conhecer tudo por ali. Fomos andando contornando a praça e depois numa fonte por ali. Dali, fomos para o monastério de San Pedro, já que sabíamos que ali tinha uma cripta. Pagamos a entrada do museu e o guia e começamos o nosso passeio.


Uma pena que não permitem tirar foto de lá. É bem legal e diferente. A cripta é deixada para o final do passeio. A igreja é bem bonita. Um órgão gigante lá. Os crânios e ossos na cripta são bem legais.
Conhecido a igreja e a cripta, voltamos até a praça das armas e adivinha? Estava liberada! Estava com o cerco policial ainda, mas entrava quem quer. Vai entender esses peruanos, haha. Almoçamos por ali por 8 soles o prato (com entrada, prato principal, suco e uma sobremesa). Mais à frente comemos um churros.


Finalmente entramos na praça em si para tirar fotos e conhecer. A fonte ali perto já não estava mais ligada, mas tá bom. Já havíamos conhecido com ela ligada.
Pegamos um ônibus de volta para miraflores (1 sol e pouco a passagem) e então era minha vez de trocar dinheiro. Troquei 2 mil reais também igual a Lais, com uma cotação um pouco menor. Cada lugar, uma cotação (com poucas diferenças nos centavos, mas tem).
Fomos andar pelo bairro turístico de Miraflores. Ali a gente consegue ver o oceano pacífico.







Conhecemos o farol, o parque do amor e depois paramos para comer um crepe/manjar de doce de leite. Muito bom!
Voltamos para o hostel, fizemos o checkout, pegamos nossas coisas e com mala e tudo partimos para o parque de la reserva para ver o circuito mágico das águas.










Conhecido o parque de mala e tudo, e sempre de olho no relógio para não perder o ônibus para Huaraz, negociamos bastante com um taxista para nos levar até a rodoviária por 12 soles (estavam cobrando 20 soles).
Chegando na rodoviária, “despachamos” a mala, um pequeno lanche e embarcamos na nossa primeira viagem de ônibus intermunicipal no Peru. Oito horas aproximadamente até chegar em Huaraz. Tentamos dormir no ônibus, mas é difícil. Falta de costume talvez.


Viajando para Lima


Introdução

Chegando o grande dia de fazer meu primeiro mochilão. Não era bem a minha primeira experiência internacional, mas era a primeira vez que eu que comprava a passagem, eu que fazia o roteiro, eu que reservava os hostel, eu que fazia todo o planejamento. Era como se eu estivesse voando de avião pela primeira vez também – na verdade não era, porque viajei quando era criança, mas não lembro de nada então não conta. Era como se fosse a primeira vez também.
Quando tive a ideia de fazer um mochilão, seria o clássico da américa do sul: Peru, Bolívia e Chile. Cheguei até a montar roteiro e ver o que fazer em cada lugar. Mas, a vida vai andando e as coisas vão mudando. Uma dela é que comecei a namorar Lais. Ela tem mais experiência em viajar para o exterior do que eu. Porém, nunca tinha feito um mochião. Era nossa hora. Como ela só poderia fica do dia 07/05 até o dia 23/05 resolvi mexer nos meus planos do mochilão e deixar para conhecer só o Peru. Deixei Bolívia e o norte do Chile para uma próxima oportunidade. Assim foi. Fomos.


Planejamento
O programado era viajar para o Peru e conhecer/fazer as seguintes atividades:



Lima: conhecer a cidade, Miraflores e a cripta dentro da igreja San Francisco.
Huaraz: laguna Paron, nevado Pastoruri, laguna 69.
Ica e Huacachina: conhecer o oásis, passeio de buggie e sandboard nas dunas do deserto.
Paracas: passeio de bicicleta no parque nacional.
Cusco e o Vale Sagrado: conhecer a cidade e fazer os passeios Pisac, Ollantaytambo, Chinchero, Moray e a salinas de Maras.
Águas Calientes e Machu Picchu: ir andando até hidrelétrica, conhecer Machu picchu e a montanha em si.
Montanhas Coloridas: subir a famosa Rainbow Mountain e seus 5036m de altitude.
Arequipa: conhecer a cidade, ver a “múmia” Juanita e o passeio no Canyon Del Colca.
Lima: Passar o último dia em na cidade e voltar para o Brasil.

Do planejado, uns 98% deu certo. Só em Paracas que as coisas não deram muito certo, mas foi por culpa minha. Explicarei mais à frente.


Logística
O transporte de uma cidade a outra foi toda feita de ônibus. Usamos sempre a “Cruz del Sur” para os deslocamentos e sempre à noite, de forma que pudéssemos pernoitar na estrada e já acordar numa cidade nova no dia seguinte... Mas vou logo avisando: é beeem complicado dormir em ônibus. Não dá para descansar muito bem. E olha que a Cruz del Sur é uma das melhores empresas de ônibus que tem por lá. Sempre fomos no segunda andar. Talvez ir no primeiro seja melhor e consiga dormir mais já que fica menos sujeito aos balanços da estrada, embora seja mais caro essa opção.
Apenas no último dia, que em vez de pegarmos um ônibus de Arequipa para Lima, pegamos um vôo local pela “Peruvian” para não ficarmos mortos de cansaço, já que de ônibus era aproximadamente 17h de viagem, enquanto que de avião era menos de 2h. Como era o final da viagem também, nos demos esse luxo já que tínhamos economizado bastante durante a viagem.


Hospedagem
Reservamos QUASE tudo com uma certa antecedência, pelo Booking. Como era um casal viajando procurei sempre um quarto que tivesse cama de casal e não fosse compartilhado. As vezes tinham um ou outro que tinha banheiro privativo. Recomendo alugar um que tenha sempre cama de casal e banheiro privativo. Fica bem mais confortável. Daria para a viagem ser mais barata do que já foi se for viajar sozinho (ficando em quartos compartilhados que é bem mais barato).
Em todos os hostels tem a opção de contratar os passeios por eles mesmo. Fizemos isso porque não queríamos perder muito tempo e os preços não são tão diferentes das outras agencias. Já incluía tudo: transporte, guia e alimentação. Da para poupar ainda mais caso queira perder mais tempo procurando de agencia em agencia.

Lima: 776 Oscar House – camas confortáveis com bons cobertores; banho quente muito bom, wifi razoável. Ambiente bem agradável e boa localização.
Huaraz: Aldos Guest House – camas confortáveis com bons cobertores; banho quente excelente; wifi bom, tem varal para quem quer lavar roupa; linda vista no terraço; possui um bebedouro o que faz com que economize nas compras de água para beber; ambiente bem agradável e boa localização. O melhor hostel que fiquei.
Ica: Desert Nights Hostel – camas confortáveis com bons cobertores; banho quente muito ruim; wifi ruim. Tudo ao redor é um pouco caro, já que essa região é só para o turismo mesmo. Boa localização.
Cusco: Yuri’s House Hostel de Plaza – camas confortáveis com bons cobertores; mas quarto é um pouco frio o chão e as paredes; banho quente é elétrico então não é muito bom, já que tem que abrir pouco para a água realmente sair quente; wifi muito bom. Ótima localização e um bom custo x benefício, já que todos os hostels perto da plaza de armas são caros.
Aguas Calientes: Intillaqta Machu Picchu – camas confortáveis com bons cobertores; banho quente ruim (mas acho que foi azar nesse dia que fui); wifi razoável para ruim mesmo sendo um modem por andar; ambiente agradável e boa localização.
Arequipa: La Casa de Sillar Hostel & Foods – camas confortáveis com bons cobertores; quarto feito com as rochas do vulcão e é quentinho; banho quente muito bom; wifi muito bom; ambiente agradável e boa localização. Segundo melhor hostel que fiquei durante a viagem.
Lima: La Casa de Alvaro – camas confortáveis com bons cobertores; banho quente muito bom; wifi bom; ambiente agradável e boa localização.


Alimentação
Se for um passeio específico, geralmente o almoço e café da manhã já vem incluso no pacote e vale mais a pena fechar tudo no pacote pois lá na hora a comida é mais cara do que comprando no pacote que os hostel vendem.
Não costumávamos almoçar, já que estávamos andando pela cidade. Mas, quando paramos para comer a comida saía barata. Algo em torno de 10 a 20 soles por pessoa. Chegamos a comer por 8 soles, e comida boa! Comida não será um problema: geralmente vem muita (sempre é uma entrada, o prato principal e as vezes vem junto uma sobremesa e um suco com tudo incluso).
As vezes comprávamos alguma coisa no mercado e fazia a nossa janta no hostel. Sai mais barato.
Coisas que achei caro em comparação com o Brasil: Leite e seus derivados; pizza. As bebidas também achei que a maioria delas vem em temperatura ambiente, em vez de gelada. Foi difícil achar um lugar que vendesse bebida gelada lá. Gelo então... difícil.

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Dia 07/05/2019 – Indo para o Peru
Já tinha ido para a casa da Lais no dia anterior, então no grande dia apenas tomamos nosso café da manhã, arrumamos as últimas coisas fechando a mala, tomamos nosso banho, almoçamos e meu sogro nos levou até o aeroporto galeão.
Depois de nos despedir dele, fomos fazer o check-in. Já tinha feito pelo celular mas fomos imprimir do mesmo jeito. Depois, despachar a mala. Feito isso, ficamos andando pelo aeroporto inteiro. Lais não conhecia muito, só algumas partes. Eu só conhecia porque tinha ido ali uns anos atrás quando estava para comprar um carro.
Depois de andar quase o aeroporto inteiro, fomos para a parte de embarque e o free shop. Compramos um cappuccino para ajudar a matar o tempo.


Embarcamos no avião e demorou quase uma hora para decolar. Demorou bastante. Já de noite, o avião decolou. Lais deixou eu ficar na janela, hehe. Legal ver as cidades e os pontinhos amarelos das cidades lá de cima. As tremidas do avião com as pequenas turbulências que não estou acostumado. Foi legal.
Chegamos em Lima, pegamos nossa mala e, conforme tinha combinado com o hostel via Booking, tinha um motorista (Davi) nos esperando. Entramos no carro e finalmente chegamos no nosso hostel em Miraflores, o 776 oscar.
Fizemos o check-in, entramos no quarto e já ligamos o wi-fi. Dei notícias aos meus sogros de que estávamos vivo, hehe, então fui tomar banho e dormir. O dia seguinte prometia e começava a explorar as belezas do país.


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Índice da Aventura