domingo, 17 de janeiro de 2021

Volta na Ilha Grande - Dia 1

Dia 1 – 13/12/2020 – Abraão x Palmas

Esse dia seria bem tranquilo. Foram só 4,87 Kms. Só para “chegar” na ilha. Chegamos em Abraão praticamente no horário do almoço. Aproveitamos então e fomos almoçar por ali mesmo.

De barrigão cheio, começamos nossa caminhada. Paramos primeiramente na igrejinha de Abraão e fizemos nossas preces para nos proteger durante essa pernada. Feito isso, começamos a andar. O caminho feito neste dia você pode ver clicando aqui.

Powered by Wikiloc


Saindo das praias dali de Abraão se pega um bifurcação e começa uma pequena subida.

(foto do wikiloc da plaquinha para começar a trilha em abraão)

Lá em cima tem um mirante. Fui até lá.

(foto do mirante do 1 dia)

Depois desse mirante começa a descer um pouco. Ao chegar muito próximo da praia de Palmas, tem um córrego a sua frente – que é fundo e não é tão interessante atravessá-lo –, e bem do lado, tem umas pedras. Desça por elas que você consegue contornar o córrego pela parte rasa. Passou do córrego, já está na praia. Conversamos com uns locais que estavam sentados por ali e falamos sobre camping, até que um deles se levantou e ofereceu o dele. Ficamos no camping “nascer do sol”. É um dos primeiros assim que se chega à praia de palmas.

Sobre o camping Nascer do sol: tem um bom espaço, coberto para as barracas, cozinha equipada, banheiro limpos e com banho quente, mesmo não tendo luz quando chegamos. Esse foi um dos pontos negativos. Não tinha luz elétrica no camping. Deve ter dado algum problema na fiação. Logo, não tinha wi-fi, não tinha geladeira (na verdade nem lembro se tinha uma disponível), e não aceitava cartão. Tivemos que pagar no dinheiro. Chorei um desconto pelos motivos citados acima e consegui.

Não curti muito o camping, por que: andando até o final da praia de Palmas tem o “camping palmas” que tinha luz elétrica, oferecia refeição, tem wi-fi, música até tal hora, e principalmente: aceita cartão. Enfim, fica para uma próxima.

A ideia era descansar, dormir cedo pra tentar ver o nascer do sol ali na praia mesmo. Deveria ser bonito. Montamos a barraca, colocamos roupas de praia e ficamos ali até escurecer. Tomamos banho, jantamos o que trouxemos e fomos dormir. Dia seguinte seria andar de Palmas a Caxadaço e fazer o primeiro camping selvagem de Laís.



==x==

O cronograma da aventura ficou:

Dia 0 - Introdução, Planejamento e Custos

Dia 1 – 13/12/2020 – Abraão x Palmas

Dia 2 – 14/12/2020 – Palmas x Caxadaço

Dia 3 – 15/12/2020 – Cachadaço x Parnaioca

Dia 4 – 16/12/2020 – Dia de descanso em Parnaioca

Dia 5 – 17/12/2020 – Parnaioca x Aventureiro

Dia 6 – 18/12/2020 – Aventureiro x Araçatiba

Dia 7 – 19/12/2020 – Araçatiba x Bananal

Dia 8 – 20/12/2020 – Bananal x Abraão

Dia 9 – 21/12/2020 – Dia de descanso em Abraão


quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

A volta na Ilha Grande em 7 dias

Introdução

Depois uma viagem conhecendo a famosa cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul (MS), aproveitamos o restinho de férias que tínhamos em 2020 e resolvemos fazer um dos trekking mais famosos do Brasil: a volta na Ilha Grande. Como havia perdido um bom tempo nos planejamento para ir para o MS, acabei nem pesquisando muito para fazer esse trekking até porque tinha bastantes amigos que já tinham feito essa travessia e por já ter feito algumas pesquisas nos anos anteriores.

Como se pode ver no site oficial da ilha grande, para chegar à ilha existem 3 opções de barcas: em Mangaratiba, Conceição de Jacareí e Angra dos Reis. Arrumamos nossas mochilas e partimos para Angra dos Reis. Como ainda estávamos na pandemia do covid-19, algumas barcas com poucos horários disponíveis. Angra era a cidade que mais oferecia horários de partida e chegada.

Arrumamos nossas mochilas e partimos para Angra. Pegamos um blablacar e depois de umas 3 horas de estrada aproximadamente, com uma estrada não muito boa, chegamos. Existe a opção de ir de ônibus saindo da Rodoviária Novo Rio, na capital, e ir até a rodoviária de Angra dos Reis. Da rodoviária de angra até as barcas, da para ir andando. Não é muito perto, mas da para ir andando: aproximadamente 2km, uns 30 min de caminhada.


Motorista nos deixou bem em frente às barcas. Ótimo! Chegamos e estava chuviscando. Pensei logo que a travessia seria no sufoco já que teríamos que fazer boa parte da caminhada na chuva. Graças a Deus não foi assim. Não pegamos chuva nenhum dia durante o trekking.

Entramos no mercado ali em frente às barcas e compramos duas águas de 1,5L. Dali, direto para o flexboat até a Ilha Grande. Chegamos em Abraão praticamente no horário do almoço. Aproveitamos então e fomos almoçar por ali mesmo.

De barrigão cheio, começamos nossa caminhada. Paramos primeiramente na igrejinha de Abraão e fizemos nossas preces para nos proteger durante essa pernada. Feito isso, começamos a andar até palmas. O caminho feito durantes os 7 dias de caminhada você pode ver clicando aqui.

Powered by Wikiloc

 

Agora, vamos aos relatos de cada dia. O cronograma da aventura ficou:

Dia 1 – 13/12/2020 – Abraão x Palmas

Dia 2 – 14/12/2020 – Palmas x Cachadaço

Dia 3 – 15/12/2020 – Cachadaço x Parnaioca

Dia 4 – 16/12/2020 – Dia de descanso em Parnaioca

Dia 5 – 17/12/2020 – Parnaioca x Aventureiro

Dia 6 – 18/12/2020 – Aventureiro x Araçatiba

Dia 7 – 19/12/2020 – Araçatiba x Bananal

Dia 8 – 20/12/2020 – Bananal x Abraão

Dia 9 – 21/12/2020 – Dia de descanso em Abraão




A planilha com todos os gastos ($$$) que tivemos durante esse trekking você encontra clicando aqui. Lembrando que está registrado os gastos para um casal, mas fiz uma média de quanto ficaria se estivesse sozinho. Só ir lá dar uma olhada.

Agora vamos aos relatos desse trekking, já que nosso primeiro dia foi bem tranquilo: de Abraão até Palmas.


domingo, 3 de janeiro de 2021

Conhecendo a capital Campo Grande


Dia 8 – 02/12/2020 – Adeus ao Mato Grosso do Sul

Esse seria o nosso último dia no MS. Nossa ideia inicial era fazer o checkout no hotel, andar por Campo Grande para conhecer a capital, entregar o carro e ficar rodando e enrolando no aeroporto até dar a nossa hora do voo. Só que, o voo era as 2 da manhã do dia seguinte. O aeroporto era minúsculo e não tinha nada pra fazer. Seria muito tempo do checkout até a hora do voo e muito tempo andando sem rumo numa capital que não tem muito o que fazer.

Resolvemos então pagar mais uma diária no hotel que estávamos e assim poderíamos fazer tudo o que queríamos e ainda voltar para o hotel para descansar até dar a hora do voo. E assim fizemos.

Logo após tomar nosso café da manhã, fomos lá na recepção e pagamos mais uma diária. Assim ficamos tranquilos. De barrigão cheio, começamos a arrumar tudo. Agilizar o processo de fazer as malas para ir embora.

Fomos dar uma volta para conhecer a capital. Primeiro fomos na praça das araras.




De lá fomos mercadão municipal. Lá comemos a chipa e um refrigerante. Depois fomos até a casa do artesão bem no centrão da cidade. De frente ao relógio da cidade.


Ali comprei uma onça de suvenir, já que nada me atraiu muito. Depois iriamos até o Parque das Nações Indígenas, mas como chegamos ali por volta de meio dia, e estava um sol muito forte... e como tinha o shopping era muito próximo, fomos para o shopping passear, almoçar e esperar o sol baixar um pouco.



Ficamos passeando ali no shopping, comemos, rodamos um pouco pela cidade e depois fomos terminar o dia no Parque das Nações Indígenas. Lugar muito bonito e tranquilo. Várias, várias... MUITAS araras.






Numa árvore lá tinha umas oito araras. Muito bonito.  Ah, muitas capivaras também! Ali encerrava o nosso passeio pela capital.

Pegamos o carro, voltamos para a empresa Foco e devolvemos para a locadora. Entregamos com meio tanque conforme combinado. De lá pegamos um Uber até o nosso hotel e ficamos descansando. Pedimos um sanduiche do Subway pelo Ifood como janta e fomos dormir. Louvado seja essas tecnologias.

Deu nossa hora e partimos para o aeroporto de Uber. Voamos de volta para Guarulhos/SP e de lá, para o Santos Dummond/RJ. Finalmente em casa. Feliz. Mais um lugar inesquecível.

 

Voltando pra casa, já fomos correndo planejar nossa próxima aventura que seria a volta na Ilha Grande, para aproveitar nossos últimos dias de férias. Coisa que irei relatar mais pra frente. Até lá.




Índice da Aventura:

Préviagem - Introdução, planejamentos e os gastos em Bonito e no MS
Dia 1 - Indo para Bonito
Dia 2 - Rio Sucuri e o Parque das Cachoeiras
Dia 3 - Rio da Prata e Gruta São Matheus
Dia 4 - Cachoeira Boca da Onça
Dia 5 - Balneário Ecopark Porto da Ilha
Dia 6 - Indo para Campo Grande pelo caminho do trem do Pantanal
Dia 7 - Bate e volta em Rio Verde do Mato Grosso
Dia 8 - Conhecendo a Capital Campo Grande



Bate e volta em Rio Verde do Mato Grosso

Dia 7 – 01/12/2020 – Rio Verde do Mato Grosso

Quando estava planejando essa viagem, a minha ideia inicial era ir até a cidade de Coxim. Mas Coxim não tem muita coisa pra fazer. Nada realmente legal. Vi que tem um rio que da para ver bem a piracema, mas era muito longe só pra ficar vendo peixe pulando. Coisa que eu já teria visto bastante em Bonito. Pesquisando mais, vi uma cachoeira muito bonita, no Balneário sete quedas dos Didi. Isso na cidade de Rio Verde do Mato Grosso, que eles só chamam de Rio Verde mesmo sendo do Mato Grosso do Suuuul. Resolvi que ali valeria a pena conhecer.

Comecei a pesquisar lugares para pernoitar em Rio Verde. Tudo absurdo de caro! Mais caro do que em Bonito! Mais caro do que em Campo Grande! Eu pesquisei bastante. Falei com muitos donos de Pousada e mesmo assim, nada. Tudo ficaria no mínimo R$ 200 reais um pernoite de casal. Estava pagando próximo de R$ 100 tanto em Bonito quanto em Campo Grande, então decidi que não iria pernoitar nesta cidade de merda. Apenas fazer um bate e volta. A cidade deu mole. Não tem absolutamente nada de interessante a não ser esse balneário e é super cara. Tudo mais caro. Comida, estadia, combustível... Não recomendo ninguém a ficar por lá. Do meu dinheiro, só viram a entrada no Balneário.

Voltando aos relatos da viagem...

Acordamos no hotel em Campo Grande, tomamos nosso café da manhã e pegamos a estrada sentido Rio Verde. Abastecemos num posto na saída de Campo Grande e lá fomos. Achei que a estrada seria bonitinha... mas nem é. Só mato e subidas e descidas com muitos caminhões. Tem dois pedágios no caminho. O único legal é que a pista é muito boa e da para você colocar uns 160 km/h brincando.

Depois de um tempo de estrada, só vendo boi, mato e algumas árvores, chegamos na cidade. Se pega uma pequena estrada de chão (nem 5 min andando de carro nela) e já entra no balneário.

Dentro do Balneário conheci o tal Didi e, que pela internet estava me cobrando 45, ali na hora me cobrou 30. Almoço ali no local, R$ 30 também (preço não muito caro, normal, mas também não é barato), mas a cozinha parecia que não ia funcionar tão cedo.

Conversamos com o Didi que indicou o caminho até o mirante e fomos até lá. O tempo não estava dos melhores.





Tiramos foto do mirante e começou a chuviscar bem leve. Nada d+. Voltamos e ficamos nas quedas que tem ali em cima e caçando também o lugar para poder ir lá em baixo onde era o cenário do mirante.

Atravessamos o outro lado do rio, que já é outro balneário (outro dono), e ali conseguimos achar a trilha e o lugar do cenário da foto.



Ali ficamos um pouquinho e apareceu alguns tucanos. Subimos de volta para onde ficam as quedas d’água e mergulhamos um pouco. Deu próximo de meio dia e já estávamos de saco cheio do lugar. Resolvemos ir embora e nem almoçar ali. Nos despedimos e fomos caçar um lugar para comer.

Passamos em 3 lugares diferentes para comer. O primeiro estava fechado. O segundo absurdo de caro, e o terceiro já na saída da cidade. Foi num posto de gasolina. Ali abasteci e almocei.

Lugar onde tem muito caminhoneiro pode parar que ali é lugar bom. O almoço foi num preço justo. Comemos e pegamos estrada de volta para Campo Grande.

Depois de algumas horas, de volta ao hotel em Campo Grande, descansamos e fomos dar uma volta a noite.

Fomos na pizzaria “La Gôndola”. Muito boa. Recomendo. Atendimento e pizza boa.


Voltamos para hotel para dormir. Amanha seria nosso último dia no Mato Grosso do Sul. Então, queríamos acordar e ir conhecer a capital.




==x==

Índice da Aventura:

Pré viagem - Introdução, planejamentos e os gastos em Bonito e no MS
Dia 1 - Indo para Bonito
Dia 2 - Rio Sucuri e o Parque das Cachoeiras
Dia 3 - Rio da Prata e Gruta São Matheus
Dia 4 - Cachoeira Boca da Onça
Dia 5 - Balneário Ecopark Porto da Ilha
Dia 6 - Indo para Campo Grande pelo caminho do trem do Pantanal
Dia 7 - Bate e volta em Rio Verde do Mato Grosso
Dia 8 - Conhecendo a Capital Campo Grande


EncurtaNet

Indo para Campo Grande pelo caminho do trem do Pantanal

Dia 6 – 30/11/2020 – Caminho pelo trem do Pantanal

Quando estava planejando essa viagem, sabia que bonito seria a cidade principal. Não só Bonito, mas todo aquele cordão turístico que tem na serra da Bodoquena. Mas, como me conheço, isso não seria o suficiente já que estaria com um carro alugado. Queria conhecer outros lugares interessantes no Estado do Mato Grosso do Sul.

Eu pesquisei vários lugares interessantes, mas a maioria eram cidades. Centros urbanos. Isso não me interessa. Quero ver belezas naturais. Não as cidades de pedra e cimento. Procurei vários lugares, mas confesso que quase nada me atraiu. O estado tem muito pasto e gado. Um dos lugares que me despertou o interesse foi Rio Verde e Coxim (que são bem próximas).

Uma coisa era certa: Bonito estaria no roteiro, mas não queria voltar pelo mesmo caminho que vim. Então, nessas pesquisas de lugares para ir, acabei vendo o caminho que o trem do pantanal fazia passando por várias cidades. Vi que daria para sair de Bonito, subir pela BR-419 e chegar em Aquidauana e começar a ir para Campo Grande pela MS-450 passando por todas essas cidades por onde passa o tal trem. Foi o que planejamos então e o que fizemos. O caminho você pode ver clicando aqui.

Powered by Wikiloc

Neste dia então, acordamos na pousada, tomamos nosso café, arrumamos tudo, fizemos o check-out e pegamos a estrada. Ao começar sair de Bonito, tem alguns postos de gasolina. O nosso tanque estava quase no final, mas resolvemos ir andando até o próximo posto para ver se conseguiríamos pegar um combustível mais barato. Resolvemos arriscar, hahaha.

Fomos dirigindo e nada de posto. Andando e nada de posto. Ainda mais e nada de posto. Hahaha. A luz da reserva acendeu. A tensão aumentou, hahaha. Acendeu e ainda faltava aproximadamente uns 60km até um posto de gasolina. Eu já imaginava o que faria no caso de pane seca quando, por um milagre, chegamos no posto de gasolina em Jardim que havíamos parado quando estávamos indo para Bonito. Aquele posto nunca foi tão lindo aos meus olhos. Hahaha. Rimos aliviados. Colocamos bastante Etanol (mas não completamos o tanque porque quanto mais próximo de campo grande, mais barato é o combustível). Fomos andando até Nioaque e de lá pegamos a BR-419.

Andamos bastante até que cruzamos o rio Aquidauana e chegamos na cidade. Ali, paramos para almoçar no restaurante “Colher de Pau”.

Dali fomos até a igreja matriz da cidade.




Depois de apreciar a arquitetura gótica da igreja, fomos até a praça da cidade. Ali tem uma estátua de uma índia. No mesmo local, finalmente conseguimos ver duas araras azuis. Em bonito a gente viu muita arara, mas arara vermelha. Só ali vimos azuis.



Pra mim, só isso já teria valido a pena ir até a cidade. Continuamos o caminho passando pela linha do trem por onde passa o trem do pantanal e fomos pela MS-450.

Chegando em “Camisão” saímos da estrada e fomos subir o morro paxixi. Foi bem legal fazer isso. Era um desafio saber até onde dava para ir com o carro. Conseguimos ir até muito próximo dos mirantes. Antes, passamos por uma cachoeirinha que tem no caminho.



Continuamos a subir e só tinha a gente. Chegou um momento e achei que a estrada tinha piorado bastante e parei com o carro para ver. Neste instante apareceu um carro atrás e passou pela gente. Fui meio que seguindo até onde aquele carro conseguiria subir. Chegamos muito próximo do mirante. Seria o máximo que daria para ir com o carro.

Todo mundo desceu e vimos que era um outro casal mais idoso que estava na nossa frente. Nos cumprimentamos e continuamos a pequena caminhada até o mirante do Paxixi.







Depois de conhecer o lugar, era hora de continuar nosso caminho. Pegamos a estrada, indo pela BR-262 até chegar em Campo Grande. Chegamos com um pouco de chuva caindo.

Chegamos no Turis Hotel, fizemos o check-in, descansamos um pouco e a noite fomos jantar num lugar que já tínhamos planejado antes: o Safari Burguer.

No caminho até a hamburgueria, ficamos espantados com a pouca quantidade de gente nas ruas. Para uma capital, a gente achou que a cidade estava muito vazia.

Ao chegar, já fui logo pedindo uma proteína.



Ali uma das carnes mais saborosas que já comi na vida. Não sei se foi o modo de preparo, não sei. Mas colocou picanha e alcatra no chinelo.

De barrigão cheio, fomos para o hotel dormir já que no dia seguinte faríamos a loucura de fazer um bate e volta de 400km na cidade de Rio Verde do Mato Grosso.




==x==

Índice da Aventura:

Pré viagem - Introdução, planejamentos e os gastos em Bonito e no MS
Dia 1 - Indo para Bonito
Dia 2 - Rio Sucuri e o Parque das Cachoeiras
Dia 3 - Rio da Prata e Gruta São Matheus
Dia 4 - Cachoeira Boca da Onça
Dia 5 - Balneário Ecopark Porto da Ilha
Dia 6 - Indo para Campo Grande pelo caminho do trem do Pantanal
Dia 7 - Bate e volta em Rio Verde do Mato Grosso
Dia 8 - Conhecendo a Capital Campo Grande


EncurtaNet

Balneário Ecopark Porto da Ilha

Dia 5 – 29/11/2020 – Balneário Ecopark Porto da Ilha

Esse foi um dia bem relax. Um dia para descansarmos e começarmos a nos despedir de Bonito.

Acordamos e como de costume, fomos tomar o café da manhã na pousada. Entramos no carro e partimos para o Ecopark. O caminho você pode ver aqui.

Powered by Wikiloc

Estradinha de chão até lá, mas nada d+. Qualquer carro chega.

Já no receptivo do Ecopark, não quisemos fazer nenhum passeio. Só ficar ali no balneário descansando de boas. Nada de boia-cross, ou passeio de standup-padle ou qualquer outra coisa. Achamos caro também só para fazer uma bobeira qualquer.

Ficamos ali passeando e tirando fotos nos mirantes, digamos assim.





A água ali é muito gostosa. Vários peixes enormes também. Muito bom para ficar de bobeira. Almoçamos ali também. Não foi caro. A porção de filé mignon veio bem generosa.



Depois de conhecer e curtir bastante o local, voltamos para a pousada e fomos descansar. Já de volta a rua, fomos na mesma sorveteria que fomos no primeiro dia e provamos novos sabores.



Mais uns minutos depois e resolvemos ir no restaurante “Casa do João”. Lugar famoso na cidade. Fomos pra lá e provamos caldinho de piranha. Muito bom. Mesmo no calor tomamos e gostamos. Rsrs. Tem música ao vivo, um museu e uma loja de artesanato ali dentro.




Dali, fomos para uma loja que vende artesanato realmente muito bonitos (e caros) em frente à praça principal da cidade. Compramos todas as lembrancinhas baratinhas que queríamos. Tinha um quadro de em madeira no valor de vinte mil reais ali. Lugar muito bonito com vários artigos indígenas também.

Nos despedimos da nossa última noite em Bonito e fomos para a pousada dormir, já que o dia seguinte seria o dia de pegar estrada para Campo Grande, mas claro, sem voltar pelo mesmo caminho que viemos. Iríamos pegar a BR-419 para subir até Anastácio e de lá pegar a MS-450 para percorrer o caminho por onde passa o trem do pantanal e subir o morro  do Paxixi em Aquidauana. Ai sim Chegar em Campo Grande.




==x==

Índice da Aventura:

Pré viagem - Introdução, planejamentos e os gastos em Bonito e no MS
Dia 1 - Indo para Bonito
Dia 2 - Rio Sucuri e o Parque das Cachoeiras
Dia 3 - Rio da Prata e Gruta São Matheus
Dia 4 - Cachoeira Boca da Onça
Dia 5 - Balneário Ecopark Porto da Ilha
Dia 6 - Indo para Campo Grande pelo caminho do trem do Pantanal
Dia 7 - Bate e volta em Rio Verde do Mato Grosso
Dia 8 - Conhecendo a Capital Campo Grande


EncurtaNet