segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pedra da Macela e o Lavandário

   Muito legal essa trilha. Lugar lindo. Me cansei bastante para um trilha pequena, mas valeu a pena. Senti muito a panturrilha. Acho que to fazendo trilha d+ e meu corpo pode estar pedindo um descanso. rsrs. Trilha realizada do dia 15 para o dia 16/09/2017 e você pode ver o caminho aqui.

   Na sexta, dia 15, saí do trabalho, almocei e fui direto arrumar a mochila para a aventura. Levei duas lanternas. Uma de cabeça e uma que da choque (levei a toa). Entrei no carro e fui pra cabo frio pegar Angeline e depois Valmir. Fomos pela via lagos e, como saímos cedo de casa, acabou que chegamos lá na rodoviária novo rio uma hora antes. Estacionei o carro e fomos para a rodoviária para ir no banheiro e aproveitamos para jantar no spoleto. Pouco a pouco o pessoal foi chegando e os guias cadastrando e conferindo o pessoal. Minha única crítica a este evento é que foi muita gente. 45 se não me engano. 3 vans. Muita gente vira bagunça e montanha não é lugar de bagunça. Enfim... Depois de todos ali, entramos na van e dormi praticamente o caminho todo dentro da van. Chega fiquei de boca aberta dormindo. Que bom, porque dirigir até o rio cansa. Acho que consegui descansar ali na van.







   Chegando em Cunha, a estrada de barro não é das melhores mas chegamos. Começamos a subida para a pedra da macela. Assim que descemos da van estava um puta frio! Mas, conforme vamos andando e o sangue esquentando, logo logo senti calor. Senti um pouco a subida. A panturrilha chiou mas nada d+. Alguns momentos parei para descansar. Angeline estava levando uma bolsa térmica com os sucos para podermos fazer um picnic lá em cima com o pessoal. Confesso que essa bolsa estava bem pesada e cansando bastante. Na minha mochila ainda tinha mais 2 litros de água. Deu pra cansar. Chegamos no cume e já tinha alguns raios de sol dando as caras, mas nada do sol ainda. Que bom, porque assim deu para curtir todo o amanhecer lá do pico. A subida durou cerca de uma hora e pouco.


Mirante da Macela

hora de partir


   Amanhecido o dia, fizemos o picnic com o pessoal do mochileirosrj e começamos a nossa volta para a van. Era hora de ir para o Lavandário. Lugar muito bonito.










Lavanda

Saindo do Lavandário, estávamos morrendo de fome. Paramos no restaurante "lazer na serra" onde o prato feito era só 15 Reais. Na verdade era um self-service onde você não podia repetir. Adorei. hehe. Na entrada do restaurante tem essa árvore linda.

Todos de barrigão cheio, era hora de partir. Lá fomos nós descer a trilha do ouro. Haja freio naquelas descidas. Angeline quase passou mal (vontade de vomitar) nas curvas e descidas da serra. As 3 vans tiveram que parar dado o aquecimento das pastilhas de freio. Paramos num posto de gasolina já uma das vans deu pau de vez: alternador tinha dançado e a van não ligava de jeito nenhum. Parte do pessoal foi embora nas 2 vans. Angeline e eu que estávamos na van 3 que estava boa, resolvemos ceder nosso lugar para mais duas pessoas e ir junto com Valmir que estava na van defeituosa. Depois que conseguiram mais uma outra van, fomos nós 3 e o resto do pessoal embora. Chegamos na rodo novo rio, paguei o estacionamento (20 reais por 2 dias, super barato já que ali sempre cobram o olho da cara) e parti via lagos. Deixei Valmir e Angeline em casa e fui correndo pra minha. Cheguei quase meia noite. Tomei um banho, comi um sanduíche que tinha feito para a trilha e dormi logo porque no dia seguinte ia ajudar Valmir numa trilha aqui no Arraial. E assim foi. Dormi cansado mas muito feliz.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Trilha em Ilha Grande

   Finalmente o dia de eu conhecer a ilha grande chegou! Confesso que nunca tive muito interesse de ir lá não, já que é um lugar cheio de praias e como já sou de cidades com praias maravilhosas (modéstia à parte), fiquei com um pé atrás. Mas, como estava um preço muito bom junto ao feriadão da independência, resolvi ir. E assim eu fui. Consegue ver todo o caminho percorrido clicando aqui.
   Primeiro dia (07/09/17) Acordei la pras 3 da manhã, coloquei a cargueira no carro, peguei Valmir no caminho e parti sentido avenida brasil. Ponto de encontro era no posto das flores. Pessoal chegou e quando achei que iríamos logo para Conceição de Jacaraí, o pessoal que estava com a gente, hora parou para comprar material de mergulho/pesca, hora parou para sacar dinheiro. Já estava ficando puto porque tinha atrasado tudo. Chegando em Jacaraí, deixamos o carro estacionado em um dos poucos disponíveis (e o guia Diego que pagou o estacionamento. Show de bola). Pegamos o flexboat que chegou rapidinho na ilha. Ao desembarcar em Abraão, odiei o lugar. Horrível. Parece uma versão feia de Búzios. Mas, esperei a trilha começar e lá fomos nós. A trilha não tem dificuldade técnica nenhuma: É só ter disposição para andar. Tem algumas subidas mas nada impossível. Fomos andando de Abraão, passamos por Dois Rios, comeram um pastel na cantina da Teresa, e só chegamos em Parnaioca a noite. Todo mundo bem cansado. Alguns ficaram muito pra trás, pois não estavam acostumados. Tinha gente que foi de calça jeans para trilha. Incrível! Enfim... Chegamos no camping da Marta, conversamos com o Xermar (que trabalha lá no camping) e era hora de montar a barraca e tomar banho. Feito isso, fui lá para a praia me aquecer na fogueira e curtir o luau com o pessoal. Estava uma lua incrível.
Piscina do soldado


Antigo presídio

   Segundo dia (08/09/17) acordei cedo e fui dar uma volta na praia de Parnaioca tomando o meu café da manhã. Tirei algumas fotos e voltei para o camping. Me arrumei e era hora de trilha sentido praia do Aventureiro. Passamos pela praia do Leste e, como estávamos adiantados, fomos tomar banho de mar. Maravilhoso! Adorei essa praia. Ficamos um bom tempo ali. Depois, seguimos para praia do Sul. No caminho tinha uma mulher fazendo top-lesse e eu não vi! hehehe. O pessoal que estava comigo que falou. Uma pena, hehe. Chegando na praia do Sul encontramos uma baleia encalhada.
Praia do Leste

Praia do Sul

Baleia encalhada
Pelo que o pessoal falou, ela estava ali ha um certo tempo já. Estava laranja, mas não tinha cheiro de podre nem nada. Não senti cheiro nenhum. Saímos da praia do Sul e subimos as pedras para chegar na praia do Aventureiro. Chegando lá, fui direto para o coqueiro tirar fotos. Algumas pessoas resolveram ver o coqueiro depois de almoçar. Perderam luminosidade nas fotos.
Praia do Aventureiro

Eu e Diego na foto

Enfim, tirei as fotos e fomos para o quiosque pedir comida. Tanta fome que nem quis ir no mirante que tem ali. Almoçamos e no bate-papo vi que algumas pessoas se cansaram muito (mesmo sem a cargueira nas costas [que ficou no camping em Parnaioca]) e resolveram voltar de barco. Voltei de trilha mesmo. Valeu muito a pena: por do sol na praia do Leste, praia quase deserta, a trilha a noite foi foda, um céu super estrelado e lindo. Chegando no camping, tomei banho, comi algo e fui para o luau me aquecer na fogueira. Desta vez a lua não estava dando o show do dia anterior mas a roda de violão estava muito mais animada. Várias músicas e muito espetinho de Carne que o Diego levou.
   Terceiro dia (09/09/17) era o dia do descanso: Ficar e curtir a Parnaioca. Acordei cedo mais uma vez e fui dar uma volta na praia tomando meu café da manhã. Chegando no canto esquerdo da praia, vi um bicho que parecia um esquilo. Estava manco de uma patinha traseira. Assim que tentei gravar um video, ele se escondeu. Fui para as pedras e fiquei ali um tempo olhando o mar. Apareceu uma tartaruga e, mais uma vez, quando tentei gravar um video, ela afundou e não consegui nada. Tem coisas que é só para ficar na lembrança mesmo. Voltei para o camping, fiz um carinho na Meg, paguei R$ 5 para Xermar para ter acesso a internet e me atualizar. Mais tarde fomos na cachoeira da parnaioca, que está mais para uma queda d'agua e ali ficamos um tempinho. Depois, fomos para a parte onde o rio se encontra com o mar. Muito show o lugar. Ali, uma menina foi mergulhar e deixou o seio amostra sem querer. Acho que foi a recompensa por não ter visto o topless do dia anterior, hehe. Dado 16:30 partimos para o mirante para ver o por do sol. Muito show. Voltamos para o camping e ficamos no bate-papo. A janta foi super regada. Como era a última noite, a obrigação era se livrar de todo o peso de comida que tínhamos trazido. Depois de comer muito, fui dormir cedo. Nada de lual desta vez. Neste dia ainda, algumas pessoas não queriam voltar de trilha: estavam dispostas a pagar um pouco mais e voltar para Abraão de barco. Como não estava ali para andar de barco e sim fazer trilha, não me interessou.
Rio que se encontra com o mar

meg protegendo a barraca. Rs.

Esperando o por do sol

Mirante da Parnaioca

   Quarto e último dia (10/09/17) acordei as 6h da manhã e comecei arrumar as coisas. Logo cedo partimos sentido Abraão. Passamos por Dois Rios e ali entramos no antigo presídio (que agora é um museu). Depois fomos para a praia de Dois rios. Muito show. Logo atras dela tem um rio, em que parte de cima é gelada e mais nos pés é quentinha. Super raso. Tinhamos a intenção de ir fazer um bate-volta na praia do Caxadaço, mas resolvemos ficar por ali em Dois Rios e curtir o dia. Foi muito bom. Vimos umas pegadas de um felino por ali perto. Depois do banho tanto de água salgada como de água doce, fomos na cantina da Tereza e comi um bolinho de carne com aipim. Gostei.
(foto da assinatura no presidio, pegada)
O dia estava lindo e fomos caminhando sentido Abraão. Chegando no mirante do mesmo, tiramos fotos porque desta vez o tempo estava mais limpo do que no primeiro dia. Pegamos um atalho a direita do mirante e, ao chegar no centro, fomos almoçar no restaurante do Pepe. Depois do barrigão cheio, o guia Diego recebe a notícia que o dono do barco que o pessoal tinha combinada apareceu por lá e não tinha ninguém no camping da Marta, ou seja: combinaram com o barqueiro, desistiram da ideia de voltar de barco mas não avisaram ao barqueiro. Sacanagem... o cara perdeu tempo, dinheiro e gasolina indo até lá. Queria ser ressarcido. Dei razão a ele. No final das contas, algumas pessoas acabaram voltando de trilha e pagaram um passeio de barco que não fizeram. Brincadeira... Eu lavei minhas mãos. Nunca quis ir de barco. O guia, que em momento algum iria de barco acabou tirando do bolso dele 50 conto. Uma pena.
Mirante do Abraão
   Enfim, de volta ao estacionamento me despedi de todo mundo e peguei a estrada. Super engarrafada. Cortamos por dentro de muriqui e assim fomos. Cheguei em casa quase 1 da manha. Tomei um banho quente (delícia) e dormi super feliz na minha confortável cama.
Feliz e com a alma lavada. Por mais dias assim.

:)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Travessia Serra Negra

   Uma das várias trilhas/travessias que existem na parte alta do Parque Nacional Itatiaia (PNI), a Serra Negra foi a que fiz nos dias 26 e 27/08/2017 (último final de semana). Não posso dizer outra coisa além de que foi lindo, maravilhoso... tudo de bom.Veja o caminho que fizemos aqui.
   Na semana mesmo da travessia já ia me preparando fisicamente e psicologicamente para ela. Sabia que a parte alta era frio. Dei umas corridas e ia separando tanto as roupas para o calor, quanto pro frio da noite.
   Sexta-feira, um dia antes da travessia, saí do meu trabalho, fui pra casa, almocei, peguei minha mochila e parti sentido Niterói. Chegando lá, vi que meu pai não recebeu as minhas mensagens já que está com outro número de celular. Enfim, peguei o novo número dele, bati um papo e fui descansar um pouco já que teria que estar na rodoviária novo rio as 3 da manhã.
   Na madrugada de sábado, deixei meu carro perto da casa do meu pai e fui para a rodoviária. Lá me encontrei com Zoé. Gente boa. Conversamos um pouco e esperamos todo o pessoal chegar. Foram chegando aos poucos e se apresentando. Embarcamos na van e pegamos a estrada sentido Itatiaia. Tentei ir dormindo, mas nunca consigo dormir de verdade.
   Já quase amanhecendo chegamos no PNI e estava um frio desgraçado! Paramos no meio da estrada para ver a geada. O mato totalmente congelado. Saí correndo, tirei foto e, não muito tempo depois, voltei para a Van. Muito frio. Meus dentes tremiam... Mas foi lindo. Nunca tinha visto algo assim. Não que eu lembre.
geada

   Chegamos na sede Mourão do PNI e tinha MUUUUIITAAA gente. Mas muita gente mesmo! Parecia que tinha várias caravanas de vários lugares. Mas o parque é enorme e tem várias trilhas, então acaba que o monte de gente vai se dispersando conforme a trilha começa. Logo vem a sensação de isolamento e paz em meio a natureza. Mas, voltando a sede, esperamos o cadastramento e o sol foi aparecendo. Engraçado que conforme o sol aparecia, ia ficando um calor absurdo. Naquele momento eu amei o sol. Em poucos minutos os dois casacos, a camisa de manga comprida, a camisa normal e a segunda pele saíram de cena. Ficou apenas a segunda pele (pra proteger do sol) e uma camisa dryfit (pra não ficar suado). Começamos a travessia. Várias partes com o chão congelado e, conforme o tempo passava, o gelo derretendo.



pedra do altar

ovos de galinha



ficamos acampados aqui

vigia do camping




   Depois de aproximadamente 18 km, chegamos na pousada da Sonia. Ali montamos a barraca e fomos tomar banho. Nuno, que levou praticamente todo o peso da barraca mais as coisas da namorada Vanessa, estava mortinho da silva. Era hora dele descansar, hehe. Tentei tomar banho logo antes que a noite chegasse e ficasse frio. O banheiro era show de bola: água quentona. Todos de banho tomados, sentamos para beber um pouquinho enquanto esperávamos a hora do jantar. Tomamos cachaça de banana, conhaque e um vinho horrível chamado "teoria". kkkkk. Muito ruim. Boa parte da travessia passei conversando muito com Carol e acabei criando uma amizade legal com ela. Erik dividiu o peso da barraca e dormiria comigo. Chegada a hora da janta comemos muito! Um peixe maravilhoso que eles mesmo cultivam lá. Truta. Repetimos a vontade. O filho da Sonia, Nilson, um muleke muito gente boa. Trabalhava pra caramba. Todos satisfeitos, fomos para o chalé que algumas meninas iam ficar e lá ficamos conversando e enchendo a cara até mais tarde. Depois de um tempo, cansados e felizes, fomos cada um para suas barracas dormir. Eu estava com o meu saco de dormir para neve, mas mesmo assim pedi um cobertor. Acabei sentindo calor. No meio da noite me deu maior vontade de fazer xixi e saí da barraca. Fernanda, assim que ouviu eu sair, saiu também e foi fazer o mesmo. Depois que fizemos o nosso xixi, ficamos alguns minutos ali fora apreciando a lua e constatando que não estava tão frio assim. Pelo menos não tanto quanto ao que nós verificamos no dia anterior. Na hora de dormir novamente, como que consegue com o ronco do pessoal? Hehehe. Faz parte.
   Após uma noite nas montanhas, chegou a hora de acordar para o segundo dia da travessia, que de acordo com amigos, era o dia mais bonito. E realmente era. Tomamos café reforçado, nos despedimos do povo da pousada e seguimos nosso caminho. Logo de cara pegamos vários lugares lindos. Pegamos também a subida da misericórdia. É difícil mas nada impossível.











   Segundo dia de travessia passei boa parte junto de Carol e Fernanda. Esse dia algumas pessoas ficaram com bolhas nos pés e acabou que demorarmos um pouco mais, mas nada muito distante do programado. Dia de muita contemplação e agradecimento. Chegamos em um momento que tinha uma bifurcação e poderíamos ir para a cachoeira do escorrega ou para a cachoeira santa clara. Para a primeira, ficamos sabendo que tinha uma propriedade privada agora. Então para evitar qualquer tipo de aborrecimento, fomos para a santa clara. E foi muito bom. Cachoeira muito boa e sem muita gente. 

   Depois de lavar a alma na cachoeira ficamos esperando a van chegar para nos resgatar. Entramos na van do Sérgio e caçamos um lugar para comer. Estávamos mortos de fome. Paramos num lugar muito bom. Comemos bastante sem gastar muito. Dividi uma picanha com o "líder" Raphael. Muito gente boa. Acabou que ele bebeu muito nessa comilância e ficou sentido vontade de vomitar quando estávamos na van de volta para casa. Como ele estava justamente no banco atras de mim, ficava falando que ia vomitar em cima. Era o trote por participar pela primeira vez do grupo Caveiras das Montanhas. Hehehe. Adorei esses caras. Espero muito em breve revê-los. Graças a Deus ele não vomitou.
   Cada um foi descendo da van e indo para suas casas. Zoé e eu descemos na Leopoldina e Pegamos um ônibus para Niterói. Cheguei na casa do meu pai, conversei um pouco com ela (mas bem pouco) e parti pra Arraial. Antes, peguei grana com ele para pagar o meu pedágio, hehe. Vim a mais de 100 na via lagos. Cheguei em casa a 1 da manhã. Cansado, sujo, mas feliz e com a alma renovada. Obrigado meu Deus.
De cima para baixo e da direita para a esquerda: Bruno, Renata, Carol, Márcia, Renato, Eu, Raphael, Fernanda, Zoé, Nuno, Vanessa e Erick tirando a selfie.

Obrigado amigos. Obrigado que, mesmo que seja por um breve momento, tenham feito parte da minha vida. Caveira das montanhas!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Suas escolhas te definem

É, estou me endividando mas estou fazendo algo que me deixa feliz. Muito Feliz! Trilhar, viajar, se aventurar, descobrir coisas novas... e por ai vai.
Próximo final de semana estou indo fazer a travessia serra negra, lá no parque nacional Itatiaia. Lugar super frio. Já me preparando psicologicamente para isso.
Meu feriadão de 7 de Setembro também já está garantido. Vou pra ilha grande. Nunca fui lá. Vamos ver se presta.
Também agendei minha viagem para Cunha em São Paulo. Conhecer o Lavandário e a pedra da Marcela. Este eu dividi em duas vezes. hehe.
Eu até pensei em me segurar um pouco e comprar uma tv, já que a minha queimou e/ou um microondas... mas fala sério! Até parece! kkkkk. Quase não vejo tv, e microondas... até que faz mais falta que a tv, mas mais pra frente eu compro um.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Ilha grande, que comece os planos

Acabei de fazer o pagamento para a minha trip sentido Ilha Grande.
Vou ficar o feriadão lá. De 7 de Setembro até o dia 10 do mesmo mês. Confesso que não é um dos meus sonhos conhecer esse lugar não. Afinal, é lugar de praia e de praia eu estou estupefato já que moro no Arraial.
Eu tinha duas opções, ir para Ilha por 250 reais ou fazer a travessia Serra Fina por 600 reais. Embora eu queira mais é fazer a serra fina, vou deixar para outra oportunidade. Provavelmente ano que vem. No momento estou precisando comprar um tênis e juntar dinheiro. Então optei pelo mais barato.
Quem sabe no carnaval não vou para a Chapada dos Veadeiros? Se tudo der certo, lá vou eu.

Em relação a Ilha Grande, vou conhecer algumas poucas praias. Quando estiver de férias quero ver se consigo fazer a travessia completa.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Esta semana foi interessante

   Segunda feira a Intertv, afiliada da rede globo aqui na região dos lagos, ligou para a prefeitura procurando um economista. Eu, que entrei para a prefeitura ha menos de um mês, jogaram a bomba pra mim. Até falaram que eu era novo ali e não estava muito seguro de falar e tal... mas enfim, falei com a repórter pelo telefone. Ela queria saber se eu poderia comentar sobre o aumento do preço do pedágio da via lagos. Como são pedro é caminho, resolveram ligar pra lá. Falei que até poderia ajudar, mas que não trabalho com "achismos". Teria que levantar dados, fazer um estudo, ver o impacto disso no orçamento das famílias e nos cofres do governo. Falaria tudo baseado em dados estatísticos e não no que eu ou outrem acha. Odeio cientista que fala "eu acho que...". Não se tem que achar nada! Veja o que os dados dizem e interprete-os. Mas, voltando ao assunto, a repórter queria isso para o dia seguinte. Falei que não dava, e realmente não da. Dispensei e falei que não poderia nem se quer indicar alguém já que era novo ali e não conhecia muito. Assim foi.
   Terça-feira foi a mesma coisa, porém era a rede record. Desta vez nem gastei saliva.
   Nessa semana recebi o meu primeiro salário como funcionário público assinando como economista (claro que não foi 100%, já que não trabalhei nem um mês). Foi semana também de aniversário da compra do meu carro. 2 anos com ele no dia 03/08. Passa rápido!
   Planejando ir em Friburgo esse final de semana. Vai ter um festival de chocolate lá. Quero mesmo é ir no pico da caledônia. Tomara que o tempo ajude.